sábado, 13 de agosto de 2011

V Blitz da Juventude

Neste ano em Cabeceiras do Piauí no dia 10 de setembro de 2011 ocorrera V Blitz da Juventude, com a chegada dos jovens às 16hs no CEFAMI; jantar às 17:30hs; missa às 19hs presidida por Dom Eduardo na matriz em seguida uma caminhada divida em três momentos: 1º momento abordara a relação dos jovens com a família; 2º momento, a relação dos jovens com os jovens; 3º momento, a relação dos jovens com a sociedade. No final será feito um apanhado de tudo que foi falado no encontro.

O que é a blitz da juventude?
Um grupo de padres do nosso Zonal III, percebendo ausência de jovens em nossas paróquias ficaram preocupados e tentaram organizar um evento que atraísse os jovens para a Igreja, por isso foi criada a Blitz da Juventude o 1º encontro aconteceu em porto, depois em Barras, Boa Hora, Nossa Senhora dos Remédios e este ano em Cabeceiras do Piauí.
OBJETIVO: Animar os jovens de nossas paróquias e comunidades e orientá-los sobre algum tema atual em que estamos vivendo.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Família: Igreja Doméstica - "Célula eclesial"

(Texto dividido em 4 partes para melhor compreensão)
E quando é que compreenderemos a realidade da família como Igreja? O princípio da atração e do amor do homem pela mulher e vice-versa brota de um mistério muito grande. Diz S. João Crisóstomo: "Pois Cristo formou a Igreja de seu lado traspassado, assim como do lado de Adão foi formada Eva, sua esposa. (...). E assim como Deus abriu o lado de Adão enquanto ele dormia, também Cristo nos deu a água e o sangue durante o sono de sua morte". Por isso, S. Paulo afirma que este mistério é grande e o matrimônio não se reduz a uma parceria de partilha da companhia do outro enquanto parceiro (a), mas brota do mistério da relação entre Cristo e sua Igreja (cf. Ef 5,32).

A família enquanto célula da sociedade é, por desejo de Deus, chamada a ser uma célula eclesial, uma igreja doméstica, uma igreja de casa, uma casa que se torna uma pequena igreja. É assim que a Igreja será uma grande família: se as famílias forem realmente igrejas; igrejas vivas, atuantes, fermentadas pelo amor traduzido em comunhão, celebrando e cultivando a vida, acolhendo o mistério da Trindade-Comunidade para irradiá-lo no testemunho ao mesmo tempo humilde e corajosamente generoso.

A sociedade atual, tão marcada pelo individualismo, pelo utilitarismo, pelo materialismo, pelo hedonismo, pela perda do sentido dos valores morais, pelo medo e pela relativização dos compromissos definitivos, pelo neo-paganismo tem deixado seus efeitos nefastos e corrosivos na realidade familiar. Os jovens se encontram diante de uma variedade de propostas de modelos contrastantes. O pluralismo não permite um quadro unitário de valores. Porém, não será impossível à graça divina fazer acontecer este milagre da comunhão e do amor à serviço da vida.

Jesus crescia sob os olhares atentos e amorosos de José e de Maria "em sabedoria, estatura e em graça, diante de Deus e diante dos homens" (Lc 1,52). E isso na simplicidade impressionante e aparentemente sem valor da realidade monótona e obscura de Nazaré. Também hoje, estes reflexos luminosos e transfiguradores do mistério do Verbo eterno na sua vida oculta precisa acontecer nas crianças e nos jovens. E para assisti-los, o Senhor quer encontrar continuadores nos homens e mulheres de boa vontade, assim como Ele encontrou Maria e José. A igreja doméstica, apesar de tudo e de todos, continuará sendo uma resposta do Deus Trindade para um problema: "não é bom que o homem esteja só" (Gn 2,18). 

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Família: Igreja Doméstica - "Paternidade e maternidade"

A paternidade e maternidade não serão realidades asfixiantes ao ponto de serem usurpadores da individualidade de cada filho, pessoa chamada a auto-construir-se com os outros. A realidade familiar da acolhida e da educação dos filhos se abrirá progressivamente a uma descoberta do dom da vida dos filhos, chamados a atingir gradativamente uma autonomia própria. Os pais e educadores serão como jardineiros (oferecerão as condições) e os filhos são tais como as plantas (que crescerão a partir das próprias raízes, tronco, galhos e folhas) e que a seu tempo deverão produzir seus frutos. "Os humanos, como as plantas, crescem no solo da aceitação, não na atmosfera da rejeição".Os pais não substituem os filhos, os quais não são uma continuação em chave de dependência parasitária. O "eu" de cada filho não pode confundir-se com o "tu" do pai e com o "tu" da mãe. A identidade não pode ser distorcida ou confundida na auto-construção. Porém, o processo educativo não descartará, mas se fundamentará na busca de apresentar valores e princípios que ajudem os filhos a serem livres, responsáveis, de modo que eles abram-se ao dom da fé e a ele correspondam com convicções brotadas de uma experiência pessoal com Deus. 
(Texto dividido em 4 partes para melhor compreensão)

sábado, 6 de agosto de 2011

Família: Igreja Doméstica - "Homem e mulher Ele os criou"

"E Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus ele o criou, homem e mulher ele os criou" (Gn 1,27). Nos planos do Criador, esta realidade de família se construirá positivamente quando o homem e a mulher assumirem consciente e responsavelmente os próprios papéis.

A mulher é chamada a ser capaz de acolher, acompanhar, perceber e escutar, dotada de delicadeza e fantasia, levada a ser materna, acolhedora do invisível e do essencial, intuitiva e sensível.

O homem, por sua vez, torna-se capaz de projetar, executar, decidir, defender, proteger paternalmente, de plasmar e criar prevalentemente para a sociedade. A maturidade masculina se manifesta na fantasia produtiva e na força volitiva. E estas duas realidades são chamadas a integrar-se num dinamismo próprio de quem ama, reconhecendo no outro não alguém vago e distante, mas um "tu" próximo, referencial enriquecedor.

Nesse sentido, a capacidade de relacionamentos sólidos e duradouros não pode se limitar ao conhecimento superficial e à prática de relações tão somente funcionais, mas envolve sobretudo relacionamentos amigáveis, abertos a uma positiva capacidade de intimidade, afinidade, familiaridade e afetuosidade. A sexualidade, enquanto realidade ampla, dialogal, a serviço da comunhão e da vida, é algo que descarta fechamentos egoístas e manipulações desumanizadoras e paganizantes.

A produtividade leva as pessoas a trabalharem de modo criativo e profícuo, a realizar e organizar algo de novo, a não repetir mecanicamente o que outros já fizeram. Dessa maneira, a diversidade humana e complementar da masculinidade e da feminilidade se dispõem a fazer um uso responsável e coerente dos talentos recebidos, valorizando-os e fazendo-os multiplicar (cf. Mt 25,14-30). 
(Texto divido em 4 partes para melhor compreenção)

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Família: Igreja Doméstica

Pe. Antônio Marcos Chagas
"O Senhor disse: Não é bom que o homem esteja só. Vou dar-lhe uma auxiliar semelhante a ele" (Gn 2,18). O Senhor Deus quis dar a Adão uma auxiliar semelhante a ele e o simbolismo de Eva tirada da costela de Adão (cf. Gn 2,22) fala desta igualdade que exclui toda idéia de dominação ou subordinação servil. Ora, ninguém deveria bastar-se numa auto-suficiência narcisista e egocêntrica. O "eu" é essencialmente chamado a construir-se dinamicamente na interação dialógica com um "tu" para construir um "nós". O "eu" foi chamado a ser um dom para o tu e vice-versa. A realidade da pessoa humana como um ser comunitário, social e que partilha, não é outra coisa, no plano de Deus, que um ensaio cuja meta é viver a comunhão trinitária: na diversidade construindo a unidade. As Três divinas e distintas Pessoas, maravilhosamente consumidas na unidade, apresentam-se como esta fonte; um mistério que nos faz pensar que a criação do homem à imagem e semelhança de Deus significa também perceber-se como um alguém essencialmente chamado à comunhão.
A diversidade é riqueza e a unidade é um referencial obrigatório para um êxodo de amor (sair de si, construir pontes num movimento de busca do outro que se consolida na partilha). A diferença, longe de ser uma ameaça, apresenta-se como uma possibilidade que desafia e enriquece, vitaliza, desinstala e renova.
Os conflitos podem ser lidos na ótica de possibilidades novas e inusitadas para um crescimento recíproco: pedras que se chocam, se lapidam. Não existe, no plano de Deus, o achatamento empobrecedor da repetição automática: os clones destroem a sacralidade inquestionável de ser pessoa, ou seja, um alguém único e irrepetível. A diferença dos sexos não afeta esta igualdade de dignidade entre homem e mulher; tal diferença estava na mente de Deus em ordem à complementaridade. "A verdade é que toda história humana, se partilhada com outra pessoa como um ato de amor, alarga a mente e aquece o coração desta pessoa". Um é chamado a precisar do outro para se auto-definir, descobrir-se e para ajudar a construir, enriquecer o outro. É um movimento em via de mão dupla. E nesta linha de raciocínio nós entendemos o que Deus pensa da família.
(Texto dividido em 4 partes para melhor compreensão)

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

12ª Romaria da Terra e da Água 2011 - Campo Maior-PI

Mais de 10 mil romeiros das diocese de todo o Piauí se uniram pra abraçar o açude no final de sábado, logo em seguida ouviram clamores, apelos, poemas, cantos e dançaram muito.
Este grande evento foi realizado pela CNBB Regional NE4 em Campo Maior, neste último final de semana do mês de julho de 2011 a 12ª Romaria da Terra e da Água com o tema salvar a terra e a água é salvar a vida. Mais de 10 mil romeiros de todo o Piauí estão reunidos em Campo Maior pra tratar sobre a degradação ao meio ambiente.
Antes do abraço ao açude grande de Campo Maior, foi realizado durante o dia, oficinas Espirituais e Adoração ao Santissimo Sacramento nas paróquias de Campo Maior. Todos os bispos, padres e os Arcebispo Dom Pedro Brito e Dom Sérgio estiveram participando do evento
No domingo (31) seguiu-se a programação com a Celebração Eucarística  às 5:00h, Presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Eduardo Zielski e co-celebrada pelos Bispos; Dom Alfredo , Dom Plinio, Dom Ramon, Dom Sérgio, Dom Juarez, e Dom Valdemir, na praça de Eventos Complexo Valdir Fortes, e em seguida o envio de todos os romeiros e romeiras as suas dioceses. 































segunda-feira, 25 de julho de 2011

Encerramento dos festejos de São José

Reunimo-nos neste dia 24 de julho, data escolhida por nós, para celebrar a festa maior. Após nove dias de preparação hoje celebramos a vida e o amor de Deus no meio de nós e na vida do glorioso São José. Dom Eduardo Zielski presidiu a Santa Missa e elogiou toda a comunidade-igreja de Cabeceiras sob a direção de Frei Luis Gomes que conduziu esta paroquia a grandes mudanças tanto fisicas quanto no campo espiritual. A 17hs tivemos a procissão e arreamento do mastro, onde foram feitos os agradecimentos e prestação de contas.








domingo, 24 de julho de 2011

9º Dia de Novena - Festejos de São José

É chegado o nono dia da novena ao glorioso São José. Durante estes nove dias trilhamos um longo caminho; caminho de fé, esperança, e amor. Tivemos a graça de poder louvar, e agradecer ao Pai pelo dom da vida de todos nós e de São José, que é um exemplo de vida a ser seguido. No decorrer do festejo meditamos o tema central: “Natureza – Dom de Deus para o Homem” com o seguinte Lema: “Façamos o homem a nossa imagem e semelhança, e que domine sobre a terra”. Nesta noite somos convidados a refletir o seguinte tema: A natureza nas pregações de Jesus – A verdadeira videira. Nosso festejo tem como padrinhos o Vitório Ferreira e Joaquina Mendes, temos a graça de ter como os príncipes da noite: Yuri Aurelio e Vitoria Maria da Unidade Escolar Venância Lages. A celebração foi presidida pelo padre Adão da paroquia Nossa Senhora da Conceição de Porto - PI
Responsáveis pelos leiloes da noite:
Nova Brasília, Boa Nova, São Luis, Mangueira, Água Branca, Centro, Escuridão, Morada Nova.
Mordomos da noite:
José Sampaio Araujo Filho
e família, Hosana Torres Carvalho e família, Francisco Vicença Lopes Neto e família, Maria Betânia Pereira da Silva e família.